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29/05/2019

A CIDADE DE ULISSES: AMOR E ARTE NUMA LISBOA ETERNA

Teolinda Gersão, escritora multipremiada, é um dos mais destacados nomes da literatura portuguesa contemporânea. Pela mão da Oficina chega ao Brasil A cidade de Ulisses, romance em que  Lisboa, uma das mais fascinantes cidades do mundo, é a verdadeira protagonista. Mas não é uma cidade de cal e pedra, de tijolos e taipais que vem à cena: é a Lisboa que testemunhou, e, no fundo, participou, de uma grande história de amor.

Um homem  relativamente experiente, Paulo, enamora-se de uma jovem estudante, Cecília. Ambos são artistas. Idas e vindas, maravilhas e tragédias marcam o romance que desembocará, anos depois, numa exposição de arte no mais importante museu português. No meio de tudo, Lisboa, tema da exposição, lugar que enseja uma história de amor mítica. Mítica como a origem do título do romance: reza a lenda que Lisboa foi fundada por Ulisses ‒ sim, o personagem de Homero, protagonista da Odisseia ‒, durante a sua viagem de volta para sua Ítaca e para seu grande amor, Penélope.

E Teolinda Gersão nos apresenta, com mãos de mestra, as aventuras de Paulo e Cecília, e muito mais: apresenta uma cidade viva, cheia de história e mito, de vida e morte — e história é o que não falta na Lisboa de Teolinda, nem mito, desde Ulisses até as inesgotáveis narrativas que se criam, dia após dia, década após década, num dos lugares mais encantadores do mundo.

A cidade de Ulisses encontrará no leitor brasileiro um leitor especial. Sejamos amantes próximos ou distantes do céu da capital portuguesa, o som das vozes antigas e eternas que embalam um nosso passado acentuadamente presente chegam como um acalanto a nossos ouvidos.  E pensar que o romance se conclui exatamente em terras brasileiras…

 Sobre a autora

Teolinda Gersão estudou nas Universidades de Coimbra, Tübingen e Berlim, foi leitora de português na Universidade Técnica de Berlim e professora da Universidade Nova de Lisboa, onde lecionou Literatura Alemã e Literatura Comparada.  Recebeu os mais prestigiados prémios literários nacionais, nomeadamente o Grande Prémio de Romance e Novela da APE (A Casa da Cabeça de Cavalo 1995), o prémio do PEN Clube (O Silêncio, 1981 e O Cavalo de Sol 1989),   o Prémio da Fundação Inês de Castro (A Mulher Que Prendeu a Chuva 2007),o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco (Histórias de Ver e Andar,2001, ePrantos,Amores e Outros Desvarios,2016 ), os Prémios Fernando Namora (Os Teclados 1999Passagens 2014),  da Fundação António Quadros (A Cidade de Ulisses 2011), e o Prémio Vergílio Ferreira, em 2017, pelo conjunto da sua obra.

Alguns dos seus livros têm sido adaptados ao cinema e teatro e encenados em Portugal,  Alemanha e Roménia. Está publicada em 14 países, e na sua numerosa bibliografia destacam-se traduções de obras suas e estudos sobre os seus livros na Inglaterra,  Estados Unidos e  Brasil.