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Juntos pelo livro

Grupo de cem editores lança campanha para valorização do livro

Iniciativa também visa proteger obras e vendas

Governo de Rondônia tentando recolher livros clássicos de sua rede escolar. A Prefeitura do Rio querendo tirar de circulação um livro vendido na Bienal. As duas maiores redes de livrarias ainda em recuperação judicial. Governos interrompendo ou diminuindo drasticamente seus programas de compras. E, para completar, a pandemia de Coronavírus que está deixando a economia mundial em situação alarmante.

Para fazer frente a essas notícias que ameaçam o setor livreiro, um grupo de até agora cem editores brasileiros, se uniu para criar uma campanha de valorização do livro e da leitura.

O grupo sem representação formal – com as principais editoras de porte médio e pequeno do país – foi criado no início de 2019 para juntar forças nas negociações com as redes Cultura e Saraiva, consolidou-se e agora parte para novas iniciativas.

 A campanha adotou o slogan “Juntos pelo livro”. “Queremos mostrar que o setor livreiro está atento a iniciativas que prejudiquem a publicação e a venda dos livros”, diz Fernando Emediato, da Geração Editorial.

Paulo Tadeu, proprietário da Matrix Editora, destaca que a campanha também quer “chamar a atenção do leitor para valorizar a leitura”.

O grupo de editores vai colocar o selo da campanha no verso de todos os seus próximos lançamentos e também em redes sociais, além de estar buscando a adesão de novas editoras para ampliar a repercussão da ideia.

Editora Oficina Raquel apoia essa iniciativa.

JUNTOS por essa parceria!

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Resistir é um Ato Poético

Mario Felix é do mundo das palavras: trabalha com a arte de comunicar e contar. Comunica pelos livros que edita, pelos poemas e contos que escreve ou pelos podcasts que produz. No fundo, é um Cidadão das Letras.

De modo profundo e preciso, Mario escreveu uma resenha sobre o nosso lançamento: Ato Poético. Leia a seguir:

Resistir é um Ato Poético

Por Mario Marcio Felix

Quando o filósofo Platão expulsa o Poeta da sua República Ideal por ser uma má influência, foi “copiado” por Augusto ao exilar o poeta Ovídio na última das províncias romanas, Tomis, à beira do Mar Negro. Ambos cometeram o mesmo crime, um crime poético. O primeiro por ensinar à juventude a abstrair. Abstrair te deixaria no mundo da lua, um verdadeiro preguiçoso e alguém improdutivo à Polis; o segundo, pior, ensinou noções básicas de socialização aos jovens através da sua Ars Amatoria. Não pense que a Arte de Amar era algum Kama Sutra que escandalizava os hipócritas da época. No máximo, dava noções básicas de higiene e perfuminhos para os jovens; um verdadeiro jogo da sedução 1.0 beta tester. Mas, parando para pensar, tanto o Poeta da Polis quanto Ovídio carregam o mesmo problema. Problema esse que não está nada longe dos dias de hoje, onde poetas e demais artistas são marginalizados por não fazer a “alta cultura” que a elite espera. O poeta é o exótico, quase tão exótico quanto aquele que fica às portas dos centros culturais e te aborda sempre com aquele Você curte poesia? Qual não é a surpresa ao nos afastarmos da Poesia, do Poeta?! Parece que ela, a Poesia, vai se grudar a você e te arrastar para a terra dos marginalizados diferentes. E voltamos à nossa programação normal nos palácios da cultura. Mas ao fazermos esse retorno nos esquecemos de onde deveríamos continuar: junto ao povo. A Poesia nasceu junto ao povo e ao seu lado deve permanecer.
Onde está então o Ato Poético? Só me falta dizê-lo em que serve, como se a obrigação da serventia estivesse presa a ele como um crachá da lógica e da praticidade. Pessoas periferizadas, marginalizadas e estigmatizadas por atos majoritários deveriam
se resignar? Entreter e receberem aplausos ao exótico? Não! Marcia Tiburi e Luis Maffei recolheram os ecos de uma das “serventias” da literatura: ser a porta-voz da sua época, dar voz a quem de direito para gritar. Aqui se grita por democracia e pela democracia, por nenhum direito a menos, por ninguém a menos. Um grito entalado na garganta por quem vê o seu futuro se esvaindo por necropolíticas, atos escancaradamente velados de um retorno aos exploradores de há quinhentos anos. Luis Maffei escreve Um ato em poesia, mas sem querer ele e Marcia Tiburi recolhem inúmeros atos em poesia, atos que resumem o sentimento de toda uma geração que provou conquistas e que as viu se esvaírem antes que o gosto sequer tivesse chegado ao fundo da língua. São gritos desiludidos, de horror, de estupefação, de exasperação, de combate, de escárnio, por quem teve seu trânsito e seu futuro violados, gente que só queria que o afago não fosse mentira. Ler o Ato Poético é se deparar com a realidade que Platão disse que o Poeta não representaria. Ah, polis, mentira idealista ateniense. Algo tão almejado, algo que batiza a ciência do enriquecimento e que é o sonho de muitos: a política. Se ao menos quem defende a democracia soubesse que Kratos é a personificação da força, o demo do povo saberia sua verdadeira missão. Mas há quem saiba. Infelizmente há quem nisso ignore, faça ouvidos moucos para não dar a outra face, para não fazer algo para quem realmente necessite. Aviso então ao caro leitor que permaneceu nestas linhas, não sei realmente se por curiosidade ou por animosidade ao que escrevo. Se quer realmente ouvir os verdadeiros problemas que se intercruzam em poucos temas centrais, leia este Ato Poético. Ele é um manifesto, algo que não pode permanecer escondido, varrido sob o tapete da cartola e do monóculo. A verdadeira face, não o rosto bonito e maquiado, está nas poesias como no soneto de Dani Balbi, Carne Travesti, uma poesia tirada de um âmago tão denso, de um sentimento tão sufocado por muitos que nunca tocaram a realidade do que tange às travestis e trans. Muitos nunca conseguem romper a barreira do próprio olhar indiferente, sob o escudo da exoticidade, para tocar a verdadeira humanidade de quem sempre é relegada a “mendigar” sentimentos e barganhar o exercício da própria existência. A Poesia quando foi expulsa da República é como a de Julio Machado, que, travestida de alta Mensagem, nos mostra que nem sempre as palavras são o que são. O básico nos é negado, não pense que é por puro acaso. O Brasil é um país de caso pensado e fato consumado. A Poesia, a verdadeira mesmo, aquela que escrevo aqui com um pê maiúsculo desde o início, ela é um ato de existência. E, se a realidade fere a nossa existência, aqui e através d’Ela, seremos resistência. 

Em parceria com Mario, resolvemos realizar um sorteio através do Instagram. Assim que completarmos 2K, presentearemos um dos nossos seguidores com um exemplar do Ato Poético. Para participar será bem simples, e em breve serão divulgadas as instruções. Não perca tempo e nos siga no instagram para participar dessa oportunidade.

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Ebooks da oficina

Pensando em maneiras de se adaptar durante essa nova rotina de quarentena, a editora Oficina Raquel tem disponibilizado aos poucos, alguns de seus títulos mais famosos nas plataformas destinadas à venda de e-books.

São mais de 30 livros disponíveis na Amazon, Kobo, Google Play, App Store e muito mais, com preços entre 5 e 15 reais. 

Confira na lista abaixo as obras que foram disponibilizadas:

  • Coleção Pensar Político: Lugar de Mulher, Brasil em Transe: Bolsonarismo, nova direita e desdemocratização, Manifestações no Brasil: as ruas em disputa, 2016, o ano do golpe (Org. Adriano de Freixo, Rosana Pinheiro-Machado, Thiago Rodrigues, Lívia Magalhães)
  • Rituais da Percepção, Adalberto Müller e Alex Martoni
  • Toda comida tem uma história, Joana Monteleone
  • Transliteraturas, Jorge Marques e Juliana Berlim
  • Azul Cobalto, Maria Teresa Horta
  • No caminho, no compasso: guia de viagem para amantes da arquitetura, Mariana Magalhães
  • Ato Poético, Marcia Tiburi e Luis Maffei
  • Trinta e tantos livros sobre a mesa: Críticas e resenhas, Haroldo Ceravolo Sereza
  • Retrato de Rapaz, Mário Cláudio
  • Gonçalo M.Tavares: ensaios, aproximações, entrevista, Madalena Vaz Pinto
  • Relações luso-brasileiras: imagens e imaginários, Ida Alves e Gilda Santos
  • Grafias da cidade na poesia contemporânea (Brasil- Portugal), Ida Alves e Marleide Anchieta
  • A matéria- emoção, Michel Collot
  • Coleção #profissa: Quatro dias na Vida de Joel, Vamos falar das Cianinhas? e Retalhos (Victor Vasconcellos, Marisa Oliveira e Jorge Marques)
  • Mulher, empoderamento e legado, Silvana Mello
  • Náufragos da esperança, Lucia Helena
  • Da vida de um imprestável,  Joseph Freiherr von Eichendorff e Fernando Miranda
  • Uma Espécie de Cinema (Org. Célia Pedrosa, Franklin A.Dassie, Luciana di Leone, Joana M.Frias, Rosa M. Martelo)
  • Arder a palavra: e outros incêndios, Ana Luísa Amaral
  • O menino que não queria tomar banho, Simone Magno e Cisko Diz
  • A menina que não amava a natureza, Simone Magno e Cisko Diz
  • A menina que não gostava de meias, Simone Magno e Cisko Diz
  • Valdemar e James: uns macacos muito amigos, Mariana Vilhena e Luis Maffei
  • 40, Luis Maffei e Roberta Ferraz
  • Não é bem assim a história, Anna Claudia Ramos
  • Mater ex-crita, Márcia Marques- Rambourg
  • Inacreditáveis, André Monteiro e Roberto Corrêa dos Santos
  • Do mundo de Herberto Helder, Luis Maffei
  • Quando Maria criou Deus, Jürgen Wertheimer e Fernando Miranda
  • Finas Flores: mulheres letristas na canção brasileira, Jorge Marques
  • Amores Desvalidos, Rogério Athayde
  • Escritas do corpo feminino (Org. Maria Teresa Salgado, Cinda Gonda, Cíntia Kütter e Matthews Cirne)

Não perca a oportunidade e adquira já o seu exemplar preferido! 

Disponíveis em todas as plataformas. 

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Seja nosso parceiro 2020

Se você tem uma página de literatura (blog, vlog, podcast, Instagram ou Facebook) e tem interesse em ser nosso parceiro, chegou o seu momento.

A Editora Oficina Raquel fará uma seleção de parceiros, e no dia 06/04/2020 o resultado será divulgado.

Como funciona a parceria?
Os parceiros da Editora Oficina Raquel recebem nossos lançamentos e estão sempre por dentro de novidades exclusivas.

Avaliaremos os candidatos de acordo com os seguintes critérios de seleção: -Qualidade e estrutura das resenhas (Importante: não será avaliado se o parceiro gostou ou não da obra, mas a capacidade de expressar sua opinião)
-Ortografia dos posts e resenhas
-Layout, diagramação e conteúdo
-Número de seguidores/visualizações da página
-Número de visitas mensais

Boa sorte a todos!!! Link de inscrição aqui

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O que fazer durante a quarentena?

Diante do cenário atual, é necessário entender que devemos fazer o máximo de esforço possível para ficar em casa, e evitar que o vírus COVID-19 (Coronavírus, para os mais íntimos) se espalhe com tanta facilidade e rapidez. Com pequenas atitudes, colaboramos para que esse mal se vá mais rápido e ainda protegemos quem amamos. Por esse motivo, a Oficina Raquel elaborou um post especial sobre o que você pode fazer durante a quarentena, sozinho ou com a família, para se divertir e não tornar esse momento tão entediante e pesado como já está sendo. Segue o fio!

  • Ver séries ou filmes

Em tempos de abundância de canais de streaming, nada como um filminho ou uma série para acalmar e esquecer os problemas, certo? Prepare sua pipoca, faça uma limonada ou um suco de laranja (sim, vitamina C é bom para fortalecer e aumentar sua imunidade, principalmente nesse momento) e dê play naquela série ou filme que você já queria ver há algum tempo.

Dica: Para quem possui televisão por assinatura (Net, Sky) alguns canais estão sendo liberados no catálogo, como estímulo para manter as pessoas em casa. Além desses, o serviço de streaming da GloboPlay liberou a sessão infantil para o público. Não há nenhum custo adicional.

  • Trabalhos manuais

“Desenvolvem a concentração, estimulam a criatividade, diminuem a ansiedade e o estresse. São muitos os benefícios atribuídos aos trabalhos manuais e, se houver crianças em casa, são um excelente pretexto para passar mais tempo com elas.” Fitas, papéis de todos os tipos, tecidos, pedras, tinta. Tudo isso pode ser utilizado como material para trabalho manual, apenas deixe a criatividade fluir.

  • Arrumar as gavetas

Esse é o tipo de tarefa que gostamos de adiar, não é mesmo? Entretanto, agora que há tempo de sobra, por que não tentar? É cansativo, pode faltar um pouco de paciência, mas é recompensador ver tudo bem organizado depois. Além disso, você pode separar roupas que não servem mais e doar para outras pessoas que necessitam.

  • Cuidar de si mesmo

O tempo também é propício para cuidar de si mesmo. Seja esteticamente ou fisicamente, agora é o momento de fazer as coisas sem correria. Experimente fazer aquela hidratação nos cabelos ou usar uma máscara facial para hidratar e esfoliar o rosto. Use seu tempo livre para elaborar comidas mais saudáveis e comer sem a pressa do cotidiano, e com certeza só trará benefícios. Não esqueça de deixar uma garrafa d’água sempre do seu lado.

  • Abrir os livros que nunca leu

Hora livre é o que não vai faltar. Pegue aquele livro que você sempre quis iniciar uma leitura, mas nunca teve o tempo necessário, comece a ler e garanto que o tempo passará voando. Livros são ótimos companheiros e conseguem levar a sua imaginação a qualquer lugar sem precisar sair de casa.

  • Jogos de tabuleiro

Que tal lançar os dados? Esse é um ótimo passatempo para ser feito com as crianças. Além dos clássicos, como o xadrez, a dama e o dominó, existem outras opções que são muito boas para estimular o raciocínio e divertir os pequenos ao mesmo tempo. Não perca tempo, pegue aquele tabuleiro que estava guardado no seu armário e comece a diversão!

  • Jardinagem

Existe terapia melhor que colocar as mãos na terra e cuidar das plantas? Aproveite para dar uma olhada naqueles vasos mais antigos, tantas vezes esquecidos devido à correria do cotidiano e volte a dar vida às suas plantinhas.

  • Ouvir podcasts e montar playlists

Não só as séries e filmes possuem uma gama de serviços de streaming disponíveis. Atualmente, existem diversos aplicativos para o seu celular que proporcionam um vasto conteúdo de músicas e podcasts. Da cultura à política, do humor às conversas, há opções para todos os gostos, feitos por brasileiros ou estrangeiros. Em relação às playlists: é muito bom reunir as músicas que você mais gosta, certo? Experimente montar uma playlist com o título Para Relaxar, por exemplo, coloque-a para tocar, pare um pouco para descansar e veja o quão prazeroso será esse momento. Se bater aquela preguicinha, existem várias opções de playlists criadas por outros usuários também.

  • Cozinhar

Cozinhar é muito bom para passar o tempo. Não digo cozinhar com pressa, sob a pressão do dia-a-dia. Mas cozinhar para você mesmo, ou até mesmo para a sua família é tudo de bom! Veja os ingredientes disponíveis na sua casa, procure uma receita na internet ou no caderno de receitas, e mãos à obra.

Lembrem- se que a pandemia do Coronavírus não durará para sempre. Quanto mais as medidas administradas pelo Governo e as recomendações do Ministério da Saúde forem respeitadas, mais rápido passaremos por essa situação. Vamos ser responsáveis com nós mesmos e com o coletivo!

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8 de março, dia de luta

A origem do dia 8 de março surgiu da luta das trabalhadoras de fábricas dos Estados Unidos e de alguns países da Europa. Estas mulheres iniciaram uma campanha dentro do movimento socialista para exigir seus direitos.

“No Brasil, é muito comum relacioná-la ao incêndio ocorrido em Nova York no dia 25 de março de 1911 na Triangle Shirtwaist Company, quando 146 trabalhadores morreram, sendo 125 mulheres e 21 homens (na maioria, judeus), que trouxe à tona as más condições enfrentadas por mulheres na Revolução Industrial. No entanto, há registros anteriores a esse episódio que trazem referências à reivindicação de mulheres para que houvesse um momento dedicado às suas causas dentro do movimento de trabalhadores.”

Diante de tanta luta, a maior homenagem que podemos receber nesse dia é que nossos direitos sejam respeitados. Seja no trabalho, na rua ou na faculdade, que sejamos reconhecidas como as mulheres maravilhas que somos!

Entretanto… um presentinho é sempre um agrado maravilhoso, não é? Que tal comprar um livro de temática feminina ou de nossas autoras femininas para prestigiar uma mulher que você ama? Aqui na Oficina Raquel estamos com promoções INCRÍVEIS!! Clique na aba de promoções e dê uma olhadinha.

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Cinema em foco

A 92ª cerimônia de entrega dos Academy Awards, ou Oscars 2020, aconteceu no Dolby Theatre, em Los Angeles, Califórnia, no último domingo (dia 9 de fevereiro de 2020). O grande destaque da noite foi o filme Parasita, que levou quatro estatuetas. O drama comédia sul-coreano, que aborda a diferença de classes, fez história sendo o primeiro filme com o idioma não inglês ao levar a categoria Melhor Filme.

O Brasil também marcou presença na cerimônia do Oscar 2020. O documentário Democracia em Vertigem, dirigido por Petra Costa, foi indicado na categoria Melhor Documentário, porém, foi desbancado por Indústria Americana. Não foi desta vez, mas a mensagem que a brasileira quis passar através de sua obra, está registrada na história e observada através dos olhos do mundo.

LISTA DE VENCEDORES OSCAR 2020

Filme

“1917”

“Parasita” (vencedor)

“Ford vs Ferrari”

“O irlandês”

“Jojo Rabbit”

“Coringa”

“Adoráveis mulheres”

“História de um casamento”

“Era uma vez em… Hollywood”

Ator

Antonio Banderas – “Dor e Glória”

Leonardo DiCaprio – “Era uma vez em… Hollywood”

Adam Driver – “História de um casamento”

Joaquim Phoenix – “Coringa” (vencedor)

Jonathan Price – “Dois papas”

Atriz

Cynthia Erivo – “Harriet”

Scarlett Johansson – “História de um casamento”

Saoirse Ronan – “Adoráveis Mulheres”

Charlize Theron – “O escândalo”

Renée Zellweger – “Judy: Muito Além do Arco-Íris” (vencedora)

Diretor

Martin Scorsese – “O irlandês”

Todd Phillips – “Coringa”

Sam Mendes – “1917”

Quentin Tarantino – “Era uma vez em… Hollywood”

Bong Joon Ho – “Parasita” (vencedor)

Atriz coadjuvante

Kathy Bates – “O caso Richard Jewell”

Laura Dern – “História de um casamento” (vencedora)

Scarlett Johansson – “Jojo Rabbit”

Florence Pugh – “Adoráveis mulheres”

Margot Robbie – “O escândalo”

Ator coadjuvante

Tom Hanks – “Um lindo dia na vizinhança”

Anthony Hopkins – “Dois papas”

Al Pacino – “O irlandês”

Joe Pesci – “O irlandês”

Brad Pitt – “Era uma vez em… Hollywood” (vencedor)

Roteiro adaptado

“O irlandês” – Steven Zaillian

“Jojo rabbit” – Taika Waititi (vencedor)

“Coringa” – Todd Phillips e Scott Silver

“Adoráveis mulheres” – Greta Gerwig

“Dois papas” – Anthony McCarten

Roteiro original

“Entre facas e segredos” – Rian Johnson

“História de um casamento” – Noah Baumbach

“1917” – Sam mendes e Krysty Wilson-Cairns

“Era uma vez em… Hollywood” – Quentin Tarantino

“Parasita” – Bong jooh Ho e Han Jin Won (vencedor)

Documentário

“Indústria americana” (vencedor)

“The cave”

“Democracia em vertigem”

“For Sama”

“Honeyland”

Edição

“Ford vs Ferrari” (vencedor)

“O irlandês”

“Jojo rabbit”

“Coringa”

“Parasita”

Fotografia

“O irlandês”

“Coringa”

“O farol”

“1917” (vencedor)

“Era uma vez em… Hollywood”

Maquiagem e cabelo

“O escândalo” (vencedor)

“Coringa”

“Judy: Muito além do arco-íris”

“1917”

“Malévola: Dona do mal”

Mixagem de som

“Ad astra – Rumo às Estrelas”

“Ford vs Ferrari”

“Coringa”

“1917” (vencedor)

“Era uma vez em… Hollywood”

Edição de som

“Ford vs ferrari”

“Coringa”

“1917” (vencedor)

“Era uma vez em… Hollywood”

“Star Wars: A ascensão Skywalker”

Curta-metragem

“Brotherhood”

“Nefta football club”

“The neighbors’ window” (vencedor)

“Saria”

“A sister”

Figurino

“O irlandês”

“Jojo rabbit”

“Coringa”

“Adoráveis Mulheres” (vencedor)

“Era uma vez em… Hollywood”

Canção original

“I can’t let you throw yourself away” – “Toy Story 4” – Randy Newman

“(I’m gonna) love me again” – “Rocketman” – Elton John e Bernie Taupin (vencedor)

“I’m standing with you” – “Breakthrough” – Diane Warren

“Into the unknown” – “Frozen 2” – Kristen Anderson-Lopez e Robert Loopez

“Stand up” – “Harriet” – Joshuan Brian Campbell e Cynthia Erivo

Trilha original

“Coringa” – Hildur Guadnotóttir (vencedor)

“Adoráveis mulheres” – Alexandre Desplat

“História de um casamento” – Randy Newman

“1917” – Thomas Newman

“Star Wars: A ascensão Skywalker” – John Williams

Animação

“Como treinar seu dragão 3”

“Perdi meu corpo”

“Klaus”

“Link perdido”

“Toy story 4” (vencedor)

Curta de animação

“Dcera (daughter)”

“Hair love” (vencedor)

“Kitbull”

“Memorable”

“Sister”

Curta documentário

“In the absence

“Learning to skateboard in a warzone” (vencedor)

“Life overtakes me”

“St Louis Superman”

“Walk run cha-cha”

Filme internacional

“Corpus christi” – Polônia

“Honeyland” – Macedônia do Norte

“Os miseráveis” – França

“Dor e glória” – Espanha

“Parasita” – Coreia do Sul (vencedor)

Design de produção

“O irlandês”

“Jojo Rabbit”

“1917”

“Era uma vez… em Hollywood” (vencedor)

“Parasita”

Efeitos visuais

“Vingadores: Ultimato”

“O irlandês”

“O rei leão”

“1917” (vencedor)

“Star Wars: A ascensão Skywalker”

E aí, gosta de cinema? Gosta de política brasileira? Então, garanta já os livros da série Pensar Político e o livro Uma espécie de cinema, que abordam esses assuntos de maneira leve e inteligente.  Vale a pena conferir!

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Entrevista: conheça Marcos Lima

Jornalista, palestrante e criador do canal do Youtube “Histórias de Cego”, Marcos Lima, concedeu com exclusividade à Editora Oficina Raquel, uma entrevista falando um pouco sobre sua vida pessoal, sua carreira e sobre a Campanha do Catarse para o lançamento do seu livro de crônicas. Confira:

  • Como você perdeu a visão?

ML: Sou o Marcos Lima, tenho 37 anos, nasci com Glaucoma Congênito e fui perdendo a visão, apesar de ter feito 15, 16 cirurgias. Com seis anos eu fiquei completamente cego, o que foi ótimo, porque minha infância foi muito entre cirurgias, pós-operatórios, colírios, e era bastante sofrido principalmente também para a minha família, né? Ficar com aquela esperança de que eu ia voltar a enxergar e tudo mais. Eu enxergava muito pouquinho, então acho que o sofrimento que isso causava não compensava a pouca visão.

  • Ter perdido a visão ainda jovem foi uma barreira ou um fator motivacional?

ML: Desde cedo fui muito incentivado pela minha família a não botar a culpa dos meus problemas na cegueira e a não usar a cegueira como desculpa para as coisas que eu não conseguia fazer. Então eu sempre fui muito cobrado na infância da mesma forma que a minha irmã, que não tem deficiência. Isso me ajudou muito, meus pais me incentivaram muito.

  • Como a Universidade que você se formou lidou com a questão de acessibilidade? Você teve todo o suporte necessário?

ML: A universidade que eu fiz foi a UFRJ. Não tinha nada de acessibilidade, absolutamente nada, nem a mínima preocupação. Eu tinha que me virar com as pessoas, com os amigos e tudo mais, mas sempre contei na vida com muitas amizades e muitas pessoas que foram me ajudando ao longo desse caminho.

  • De onde surgiu a ideia de criar um canal no youtube?

ML: Eu faço palestras desde 2010 ou 2011, não sei exatamente, o que é bizarro, porque eu era muito tímido na adolescência, e com as palestras eu fui gostando cada vez mais de falar. Paralelamente eu escrevi um blog, e uma coisa foi chamando a outra. Só que o blog era uma coisa que por um lado me preenchia mais, porque eu me sentia mais a vontade para escrever. Sou jornalista, minha profissão é jornalista, eu lido com as palavras, eu gosto de escrever, então escrever sempre foi pra mim algo muito natural, algo que gostei muito. Eu escrevia quando era pequeno, e quando passei a ter um computador que falava, com um sistema DOSVOX, eu tinha 11 anos, e já tava lá escrevendo, inventando história de criança, história de Terceira Guerra Mundial, que eu era um general não sei qual… E eu ficava escrevendo, escrevendo, escrevendo, e até hoje eu tenho esses arquivos. Não tenho coragem de ler porque deve ser muito ruim, mas isso mostra o quanto eu já gostava de escrever, quanto eu já gostava disso né? Tanto que eu escolhi minha faculdade porque gostava de escrever. No dia de preencher o que eu ia fazer no pré- vestibular, sempre falei “Vou fazer Informática, eu gosto muito de computador, eu fico muito no computador”. Mas aí no dia que eu fui preencher, me dei conta: “Não, eu não fico no computador porque eu gosto de informática, eu fico no computador porque eu gosto de escrever”. E nisso, fui fazendo o blog, fazendo as palestras. A decisão de ter um canal no Youtube acabou vindo porque nas palestras a gente consegue falar com 20, 50, 100 pessoas de uma vez, mas num canal do Youtube a gente consegue falar com muito mais gente. Tanto que meu canal hoje, já falou com 4 milhões e 400 mil pessoas ou 4 milhões e 400 mil visualizações, pessoas diferentes né, mas eu tenho 180 mil inscritos. Então, são 180 mil pessoas que pelo menos um dia viram algum vídeo meu, e mais gente que viu e não se inscreveu. Isso pra mim é estar atingindo um público que somando as minhas palestras eu não vou conseguir atingir, então pra mim é uma satisfação enorme, porque meu trabalho mesmo são as palestras nas empresas.

  • Como você espera que seu livro tenha impacto na vida dos leitores?

ML: A ideia do livro acabou vindo junto, porque no blog eu tive um problema com o servidor, aliás, eu tive 2 blogs com problema de servidor, um em 2012, outro em 2017. Em 2017 eu tinha um blog com quase 100 textos que eu publicava quase semanalmente, mas teve o problema no servidor e eu perdi o blog. Não perdi os textos, estão no computador, e aí eu tive a ideia “Vou botar isso num livro”. E agora que o meu livro tá na Campanha, eu quero MUITO que dê certo.

  • Diga um motivo para as pessoas ajudarem sua Campanha no Catarse.

ML: Com o livro eu busco mais uma forma de mostrar pras pessoas que a minha deficiência é só um detalhe, que é também o objetivo das minhas palestras, do meu canal. Claro, ser cego tem algumas dificuldades, mas elas estão relacionadas à falta de acessibilidade e ao preconceito. Se o mundo tivesse mais acessibilidade e menos preconceito, a minha deficiência não seria considerada uma coisa tão grande. Então é isso que eu quero mostrar, tanto que o livro não é uma autobiografia, embora todos os textos sejam crônicas escritas por mim, contando episódios diferentes da minha vida, de quando eu jogava futebol de cegos, de quando eu me tornei o primeiro cego brasileiro a esquiar, de quando eu comecei a colecionar minhas miniaturas, conta diversas histórias, de quando eu quase morri numa trilha, enfim, um monte de coisas que eu fui vivendo ao longo da minha vida e que mostra assim “Ó, tipo, eu sou cego, mas não deixei de fazer um monte de coisas”. E acho que se as pessoas querem uma leitura que ao mesmo tempo seja leve, divertida, e que traga conteúdo, compre o livro Histórias de um cego, porque livro como esse você nunca viu e nem eu!

GARANTA JÁ O SEU LIVRO AQUI!

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2020, o ano do centenário de Clarice

Nascida na Ucrânia e naturalizada brasileira, a escritora Clarice Lispector (1920-1977) é considerada um dos maiores nomes da literatura do Brasil, além de ser reconhecida mundialmente.

Nesse ano de 2020, Lispector completaria 100 anos de idade, e por essa razão, não podemos deixar de celebrá-la. O ano acaba de começar, e com ele chegam muitas homenagens a fim de relembrar a memória de Clarice e o legado que ela nos deixou.

Doodle Google

A Editora Oficina Raquel, inicia 2020 em homenagem a essa grande e multifacetada mulher, que agregou tanto à nossa literatura através de sua escrita peculiar e inovadora. Por esse motivo, divulgamos hoje o nosso audiobook, baseado no livro Clarice Lispector: personagens reescritos, onde é feita a reunião de 12 escritores de diferentes origens, idades e formações, a fim de homenagear a escritora. Nesse livro, cada um dos autores escolhe um personagem de Lispector e o recria, fazendo algo novo e autônomo.

Adquira já o seu, e comece o ano de 2020 revivendo o grande prazer que é ler Clarice Lispector.

LINK: https://www.ubook.com/audiobook/721317/extratextos-clarice-lispector

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Resultado concurso professores na escrita

É com grande alegria que a Editora Oficina Raquel anuncia quais contos foram selecionados em nosso concurso.

A publicação do conto em E-book consistirá a premiação do referido concurso.

Parabéns a todos pela conquista!

  • Andrea da Silva Souza- Professor rima com amor
  • Elaine Brito Souza- Lorenzo
  • Filipi Silva de Oliveira- Que transborda, apesar de tudo
  • Luciano Carvalho do Nascimento- Parem os relógios
  • Marcelo Gomes Beauclair- A contadora de histórias
  • Mônica Macedo e Sabrina Guedes- Um mais um é sempre mais que dois… Sentidos possíveis do espaço escola
  • Monique Araújo de Brito- Clorana clama